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Rubens Menin diz que saída de Cuca não pegou Atlético-MG de surpresa, e pede técnico à altura: “Elenco exige”

Empresário e conselheiro grande-benemérito é um dos principais apoiadores financeiros do Galo

saída de Cuca do Atlético-MG pode ter pegado a torcida de surpresa, mas não a cúpula alvinegra. Pelo menos, é o que garante o empresário Rubens Menin, principal apoiador do chamado grupo dos “4 Rs” (Rubens e Rafael Menin, Ricardo Guimarães e Renato Salvador), que auxilia financeira e administrativamente a gestão do Galo.

Em entrevista ao Superesportes, Menin lamentou a saída do técnico, e disse que a missão agora é encontrar um técnico “à altura” do elenco campeão brasileiro e da Copa do Brasil. Jorge Jesus, demitido do Benfica nesta terça, é o favorito.

– O Cuca é um grande treinador, sem dúvidas. O Atlético vai ter que arrumar um técnico à altura, porque o elenco exige isso. Não vamos colocar qualquer treinador tendo um elenco como este.

“O Atlético tem um grande plantel, tem estrutura, e temos que achar um técnico à altura do Cuca. O nosso elenco é de muito gabarito e precisa de um grande técnico”

Segundo Menin, o técnico já vinha sinalizando nos últimos dias a intenção de deixar o Atlético para tirar um ano sabático.

– Ele nos falou que tinha um problema pessoal e precisava resolver, ficar algum tempo fora do futebol. Foi o que aconteceu – resumiu.

Rubens Menin foi um dos principais responsáveis pelo aporte financeira na contratação de Jorge Sampaoli, em 2020. No início da temporada, também participou e foi entusiasta da chegada de Cuca ao Alvinegro. Desta vez, porém, diz que a missão de encontrar um novo comandante ficará restrita ao diretor de futebol, Rodrigo Caetano.

O empresário, inclusive, não quis citar favoritos para o cargo, como o português Jorge Jesus, que se desligou nesta terça-feira do Benfica.

– Não tenho uma opinião sobre isso, se brasileiro ou estrangeiro. O Cuca eu falei porque, naquela época, ele já tinha feito um bom trabalho pelo Atlético e já existia uma admiração. Desta vez, vou deixar a decisão para a turma do futebol, para o Rodrigo Caetano e o presidente.

(GE GLOBO)

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