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UFC 278

Léo Santos quer recuperar boa fase contra Jared Gordon

Brasileiro busca reabilitação: "Eu estava há 11 anos sem perder e vieram logo duas derrotas seguidas"; evento acontece neste sábado

Leonardo Santos volta ao octógono contra Jared Gordon neste sábado, no UFC 278, em Salt Lake City (EUA). O brasileiro lutou pela última vez em dezembro do ano passado e perdeu os dois últimos confrontos. Em entrevista exclusiva ao Combate, ele falou sobre a pressão pela má fase que vive atualmente.

– Foi difícil. Mas eu compito desde os oito anos de idade, então derrotas e vitórias fazem parte da minha vida, lógico que muito mais as vitórias. Foi duro, eu estava há 11 anos sem perder e vieram logo duas (derrotas) seguidas, então foi um aprendizado, mais experiência para o meu currículo. Tivemos que ajustar algumas coisas. Sempre nos dedicamos e treinamos muito, me privei de muitas coisas por conta da carreira, então não teve uma mudança absurda. Foi só uma conversa e alguns ajustes.

Léo tem um cartel com 18 vitórias, cinco derrotas e um empate, e diz que conhece bem o estilo de seu oponente.

– Ele é um cara brigão, vem pra cima o tempo todo, tá vindo de derrota também. Então vai ser uma luta boa, acredito que vamos dar um grande show para os fãs. Hoje não tem mais isso de grappler versus striker. Ele faz chão também. Acredito que ele vai procurar uma luta em pé e se eu tiver uma oportunidade vou botar ele para baixo, mas também não vou correr da luta em pé.

Aos 42 anos, o brasileiro está no UFC há nove anos, com um histórico de sete lutas invictas até sua primeira derrota na organização. O faixa-preta está feliz com sua carreira no MMA, mas revelou que pensa em dar uma pausa da luta futuramente.

– Quando eu entrei, acho que era 2003, eu falei que iria lutar mais três ou quatro anos e depois eu me aposento. Estou aqui ainda, brigando como um garoto e estou feliz da vida. Não me importa o que está acontecendo, o que as pessoas estão falando. Se eu estiver feliz e treinando, me dedicando, eu vou estar lutando com felicidade. Agora é seguir a carreira, porque logo logo eu estou pensando em dar uma parada.

Ao ser questionado sobre ter lutado somente três vezes nos últimos três anos, ele disse que a falta de respostas dos adversários e as lesões o atrapalharam.

– Na verdade eu tive um ano muito difícil de lesões e outro ano foi falta de respostas do outro lado. Mas não dá pra gente criticar agora, pensar no que poderia ter sido feito diferente. O que eu fiz foi treinar muito e ganhar minhas lutas, isso que interessa.

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