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UFC 278

Aldo diz que Volkanovski “é a luta mais tranquila de todas”

Brasileiro, que enfrenta Merab Dvalishvili neste sábado pelo peso-galo, diz que quando ganhar o cinturão da categoria, voltará a ser campeão dos penas também. Lutador perdeu para Volkanovski em 2019

José Aldo enfrenta Merab Dvalishvili neste sábado, no UFC 278, em Salt Lake City (EUA), pelo peso-galo (até 61kg). O ex-campeão dos penas deu entrevista exclusiva ao Combate.com e esbanjou confiança de que ganhará o cinturão de sua divisão atual, mas garantiu que, logo após, vai retomar o título da categoria até 66kg, que atualmente pertence a Alexander Volkanovski.

– Todo mundo fica me falando: “Outros atletas do peso-pena estão falando quem é o melhor peso-pena da história”. Até o Max falou com muito carinho de mim. Mas meu objetivo hoje é conquistar o cinturão do peso-galo e, assim que eu conquistar o do peso-galo, pode ter certeza de que sou o novo campeão do peso-pena. Porque o campeão que está lá hoje pra mim é a luta mais tranquila de todas – afirmou Aldo, que perdeu para Volkanovski em 2019, no Rio de Janeiro.

Sobre Dvalishvili, Aldo disse ter respeito pelo georgiano, mas que, independente da estratégia que o rival utilizar no sábado, ele estará pronto para vencer e colocar “a mão na taça”.

– É sempre um desafio novo. Tenho em mente que é mais um passo para conquistar o título. Este é o desafio, tenho que chegar e vencê-lo. Respeito muito meu adversário e treinei muito forte mantendo esse respeito porque sei que estou preparado para tudo. Meu desafio é vencer o Merab no sábado e chegar colocando a mão na taça. Ele é um cara bem forte, procura jogar mais agarrado, neutralizando o adversário. Temos que respeitar, treinamos pra isso, chegar lá dentro e fazer minhas habilidades. Ele pode fazer o jogo que for que vou chegar lá dentro e vencê-lo.

Aldo ainda foi questionado novamente sobre uma possível revanche com Conor McGregor. Se Volkanovski hoje é um de seus alvos, o mesmo não pode ser dito do irlandês.

– Isso sempre vem à tona quando vamos lutar, mas nem passa pela minha cabeça. Logo depois que lutamos, tinha em mente, mas não aconteceu. Hoje em dia não (penso mais nisso). Com o passar do tempo, não penso nisso. Conor é página virada, ele teve a história dele, fiz a minha, tomamos caminhos diferentes. Torço por ele, quero sempre o melhor dele porque sei que sempre estivemos no topo, um vai falar do outro e todos vão falar de nós – concluiu.

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