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Huertas diz que segue em ciclo olímpico após vice: “Estarei presente”

Armador de 39 anos lembra que nunca pôs prazo para parar na seleção e que seguirá trabalhando forte na temporada para segui vestindo camisa brasileira: "Tenho um orgulho imenso"

Capitão brasileiro, Marcelinho Huertas, de 39 anos, mostrou na Copa América de Basquete que segue como um dos principais jogadores do País. Após a derrota dramática na final para a Argentina, neste domingo, no Recife, o armador deixou claro que o posto seguirá ocupado “com orgulho” por bastante tempo – pelo menos do que depender de sua dedicação pra seguir vestindo a camisa verde e amarela.

“Seleção brasileira dá oportunidade pra aqueles que estão em melhor momento. Nunca pus prazo, ou imaginei até onde fosse chegar. Vou continuar trabalhando duro nessa temporada pra continuar vestindo essa camisa. Não sei até quando. Obviamente, a cada ano que passa falta menos. Mas quero continuar nesse ciclo olímpico (para Paris-2024)”, afirmou Huertas.

Marcelinho Huertas durante Copa América de Basquete, no Recife — Foto: Maurício Almeida/Brand/CBB

Marcelinho Huertas durante Copa América de Basquete, no Recife — Foto: Maurício Almeida/Brand/CBB

 

O armador completou sobre o assunto falando de sua motivação de seguir na seleção brasileira, que passa por processo de renovação. Um dos jovens destaques, inclusive, é o armador Yago, de 22 anos, que também foi um dos principais nomes da Copa América.

– Continuar melhorando individual e coletivamente, trazendo tudo que minha carreira me proporcionou, e poder ajudar jogadores mais jovens e continuar com fome de bola. Esse é o maior motivador que eu tenho de seguir vestindo essa camisa. Tenho um orgulho imenso e enquanto ela me chamar estarei presente – acrescentou Huertas.

O capitão brasileiro terminou a competição com médias de 8,3 pontos e 4,3 assistências. Na final contra a Argentina, anotou 11 pontos.

Eliminatórias do Mundial pela frente

 

Huertas também elogiou o elenco brasileiro após o vice, lembrou a importância de a seleção voltar ao pódio do torneio após 11 anos e também viu o desempenho como combustível para as eliminatórias da Copa do Mundo.

– Sentimento é de tristeza, sempre que se perde um jogo, uma final. Fica um gosto amargo. Mas por outro lado, tem muito mérito essa medalha. Estamos orgulhosos e felizes de voltar ao pódio depois de tantos anos. E ter feito uma final que, até a última bola, tivemos chance de ganhar.

“Tem muito trabalho pela frente. Mudança de geração, muitos jovens, alguns veteranos… Temos que continuar treinando, focados, e seguir com a mesma fome e ambição. Temos esses compromissos agora pela classificatória pro Mundial e a Copa América serve de gasolina e exemplo para seguirmos conquistando vitórias e conquistar a vaga”, acrescentou Huertas.

No dia 11 de novembro, o Brasil enfrenta os Estados Unidos nas eliminatórias da Copa do Mundo. E no dia 14, o adversário é o México. Ambos os jogos são fora de casa. Em fevereiro, mais duas pedreiras – contra Porto Rico, no dia 23, e contra os EUA, no dia 26, ambos em casa.

Fonte: GE

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