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Brittney Griner pode ser beneficiada por troca de prisioneiros

Detida por porte ilegal de drogas, estrela da WNBA seria envolvida numa diplomacia silenciosa entre Rússia e EUA. Ministério das Relações Exteriores russo está engajado em beneficiar a atleta

O caso Brittney Griner pode ter uma grande reviravolta nos próximos dias. Nesta quinta, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia informou que está engajado em uma “diplomacia silenciosa” com os Estados Unidos em relação a uma possível troca de prisioneiros que incluiria a estrela da WNBA. As informações são da agência Reuters.

Griner, duas vezes medalhista de ouro olímpica, foi condenada a nove anos de prisão na Rússia por porte ilegal de drogas. Na ocasião, o presidente americano Joe Biden considerou a condenação “inaceitável”.

– A diplomacia silenciosa está em andamento e deve dar frutos se Washington a seguir e não cair na propaganda por meio do hype da mídia para marcar pontos antes de uma eleição – disse Ivan Nechayev, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

Segundo a Reuters, Washington propôs trocar o traficante de armas russo Viktor Bout por Griner. O ex-fuzileiro naval americano Paul Whelan, detido na Rússia, também seria envolvido na troca de prisioneiros.

Whelan, que possui passaportes americano, britânico, canadense e irlandense, foi condenado em 2020 a 16 anos de prisão por espionagem. Ele negou a acusação. Já Griner, que recebeu prescrição de cannabis medicinal nos Estados Unidos para aliviar a dor de lesões crônicas, foi presa em 17 de fevereiro no aeroporto de Sheremetyevo, em Moscou, com cartuchos de vapor contendo óleo de haxixe em sua bagagem.

Na ocasião, a jogadora se declarou culpada das acusações e disse que cometeu um “erro honesto” ao embalar inadvertidamente seus cartuchos de vaporizador enquanto corria para pegar seu voo para a Rússia.

Whelan, que possui passaportes americano, britânico, canadense e irlandense, foi condenado em 2020 a 16 anos de prisão por espionagem. Ele negou a acusação. Já Griner, que recebeu prescrição de cannabis medicinal nos Estados Unidos para aliviar a dor de lesões crônicas, foi presa em 17 de fevereiro no aeroporto de Sheremetyevo, em Moscou, com cartuchos de vapor contendo óleo de haxixe em sua bagagem.

Na ocasião, a jogadora se declarou culpada das acusações e disse que cometeu um “erro honesto” ao embalar inadvertidamente seus cartuchos de vaporizador enquanto corria para pegar seu voo para a Rússia.

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